O caso do "bispo do Porto", D. António Ferreira Gomes (1906-1989) quando dirigiu uma carta a Oliveira Salazar
D. António Ferreira Gomes (1906-1989), bispo do Porto entre 1952 e 1982, destacou-se pela defesa da doutrina social da Igreja Católica e pela sua oposição crítica ao regime do Estado Novo. Em 13 de julho de 1958, escreveu uma carta a António de Oliveira Salazar, então chefe do governo, conhecida como Pró-Memória. Nessa carta, D. António criticava duramente a situação política, social e religiosa em Portugal, denunciando as injustiças sociais e propondo soluções baseadas nos ensinamentos pontifícios e na doutrina da Igreja[1][2][7].
Após o afastamento de Salazar do poder, D. António regressou a Portugal em 1969 e retomou as suas funções na Diocese do Porto até 1982. A sua coragem em enfrentar o regime fez dele uma figura emblemática da resistência católica ao Estado Novo[1][4][7].
Webgrafia:
[1] https://www.infopedia.pt/artigos/$d.-antonio-ferreira-gomes
[2] https://agencia.ecclesia.pt/portal/50-anos-da-carta-a-salazar/
[3] https://www.sabado.pt/staticassets/guias/mariosoares.pdf
[4] https://www.fspes.pt/biografia.html
[5] https://www.fspes.pt/PaginadaNet/CartaaSalazar.pdf
[6] https://repositorio.ulisboa.pt/bitstream/10451/383/1/17305_TeseMestradoJorgeRevez2008.pdf
[7] https://www.vozportucalense.pt/2020/04/30/relembrando-d-antonio-ferreira-gomes-1906-1989/
[8] https://www.jpn.up.pt/2020/05/21/d-antonio-ferreira-gomes-e-a-carta-a-salazar/
[9] https://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/7212/1/EHR_7_Os vencidos do catolicismo.pdf
[10] https://www.cm-penafiel.pt/visitar-penafiel/historia/personalidades/d-antonio-ferreira-gomes/
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